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FalaSegura® • Plataforma 24/7/365
ESCUTA • PROTEÇÃO • GESTÃO

Sua empresa precisa ouvir.

A FalaSegura® transforma manifestações em informação organizada para ajudar sua empresa a identificar sinais, tratar ocorrências, acompanhar investigações e fortalecer a prevenção.

Canal de Denúncias • Dashboard • Investigação • Riscos Psicossociais • PSM
FalaSegura® Dashboard ONLINE
31 Relatos
08 Análise
05 Invest.
18 Concl.
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OUVIR Canal seguro e acessível
PROTEGER Sigilo e segurança
INVESTIGAR Regulação e tratamento
PREVENIR Informação para agir
O PROBLEMA

O problema pode começar muito antes da denúncia.

Uma liderança que perdeu a confiança da equipe.

Uma cobrança que virou pressão.

Um conflito que nunca foi tratado.

Uma situação de assédio que ninguém teve coragem de comunicar.

Uma equipe em sofrimento.

A denúncia pode ser o primeiro sinal que a empresa consegue enxergar. Por isso, receber uma manifestação não deve ser o fim do processo. Deve ser o início de uma jornada estruturada de escuta, análise, tratamento e prevenção.
CONHEÇA A PLATAFORMA

Veja como a FalaSegura® funciona.

Uma plataforma criada para aproximar pessoas e organizações, transformar manifestações em informação organizada e apoiar decisões de gestão.

Plataforma FalaSegura® | Powered by Dexto® Tecnologia
A NOVA GERAÇÃO DO CANAL

Não basta receber uma denúncia.
É preciso saber o que fazer depois.

A FalaSegura® foi pensada para transformar o canal de denúncias em uma estrutura de escuta, proteção, investigação, gestão e prevenção.

DA ESCUTA À DECISÃO

Uma jornada completa para cada manifestação.

O valor de um canal não está apenas em receber o relato. Está na capacidade de conduzir o processo com organização e responsabilidade.

01

Relato

A pessoa encontra um ambiente seguro para falar.

02

Registro

A manifestação recebe protocolo e histórico.

03

Regulação

O caso é classificado e encaminhado para tratamento.

04

Investigação

Informações, evidências e contexto são analisados.

05

Tratamento

A organização define providências e planos de ação.

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Prevenção

Os aprendizados retornam para a gestão.

UMA PLATAFORMA

Muito mais do que um botão “Denunciar”.

Uma estrutura para organizar diferentes dimensões da escuta organizacional.

01

Canal de Denúncias

Recebimento de manifestações de forma segura, confidencial e acessível.

02

Regulação

Organização, classificação e encaminhamento dos relatos.

03

Investigação

Acompanhamento estruturado das etapas de apuração.

04

Dashboard

Indicadores para ajudar a gestão a visualizar ocorrências e padrões.

05

Riscos Psicossociais

Informações organizacionais que podem apoiar processos de prevenção.

06

Saúde Mental

Integração conceitual com estratégias organizacionais de saúde mental e prevenção.

ACESSIBILIDADE

A escuta precisa chegar até as pessoas.

Quanto mais simples for encontrar o canal, maior a possibilidade de uma situação ser comunicada.

Web Acesso direto à Plataforma FalaSegura® para registro e acompanhamento.
Mobile Experiência para utilização por dispositivos móveis e aplicativo.
0800 Se preferir entre em contato com os nossos analistas para registrar sua denúncia.
QR Code Acesso rápido ao canal nos ambientes onde as pessoas trabalham.
CONFIANÇA

Para falar, a pessoa precisa confiar.

A experiência de denúncia precisa transmitir segurança, clareza e proteção.

O objetivo é criar um caminho em que a pessoa saiba como falar e a organização saiba como tratar.

✓ Canal anônimo e sigiloso
✓ Acompanhamento por protocolo
✓ Registro organizado da manifestação
✓ Regulação e investigação
✓ Proteção de informações
✓ Disponibilidade 24/7/365
GESTÃO

O que sua empresa não consegue enxergar, ela não consegue gerenciar.

O Dashboard FalaSegura® organiza informações para oferecer uma visão gerencial das manifestações, categorias, status e indicadores.

O objetivo não é expor pessoas. É ajudar a organização a enxergar situações que precisam de atenção.



VER A PLATAFORMA →
FalaSegura® Intelligence Dashboard GESTÃO
31 Recebidos
08 Análise
05 Investigação
18 Concluídos
72%
48%
61%
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NR-1 • RISCOS PSICOSSOCIAIS

Quando as pessoas falam, a organização recebe sinais.

Assédio, conflitos, pressão excessiva, violência, discriminação, problemas de liderança e sobrecarga podem aparecer primeiro através da escuta.

A FalaSegura® pode fornecer informações organizacionais complementares para apoiar processos de identificação, análise e prevenção de riscos psicossociais.

Alguns sinais que merecem atenção

Assédio moral
Assédio sexual
Conflitos
Violência
Sobrecarga
Pressão por metas
Problemas de liderança
Discriminação
SAÚDE MENTAL

FalaSegura® + PSM: escuta e prevenção trabalhando juntas.

O Programa Saúde Mental amplia a conversa para além da denúncia, conectando prevenção, conscientização, ambiente de trabalho e gestão dos fatores psicossociais.

A FalaSegura® não substitui atendimento médico, psicológico ou prontuário clínico. Sua atuação é organizacional.



CONHECER BENEFÍCIOS →
LEI 14.831/24

Programa Saúde Mental no Trabalho

Uma estratégia para organizações que desejam desenvolver uma cultura de prevenção, saúde mental, respeito e responsabilidade.

UMA PLATAFORMA TRANSVERSAL

Uma mesma informação pode ter diferentes impactos na gestão.

RH Clima, relações, conflitos e pessoas.
Compliance Ética, conduta, investigação e governança.
SST Prevenção e informações organizacionais.
Gestão Indicadores, decisões e planos de ação.
EM MOVIMENTO

A FalaSegura® está crescendo.

Números divulgados pela própria plataforma em seus conteúdos institucionais.

500+ novas adesões divulgadas em três meses
24/7/365 disponibilidade do canal
64+ conteúdos publicados na plataforma
NOSSO POSICIONAMENTO

Não queremos ser apenas o lugar onde a denúncia chega.

Queremos ajudar a empresa a compreender o que a escuta revela e transformar essa informação em gestão e prevenção.

Canal de Denúncias

Receber. Proteger. Registrar. Acompanhar. Investigar.

Escuta Organizacional

Identificar sinais. Observar padrões. Apoiar decisões. Prevenir.

FALASEGURA®

Sua empresa está ouvindo?

Toda organização tem problemas. A diferença está em quanto tempo leva para descobrir, agir e aprender com eles.

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Justiça do Trabalho julgou mais de 450 mil casos de assédio moral

15 de ago de 2025
Justiça do Trabalho julgou mais de 450 mil casos de assédio moral

Em cinco anos, Justiça do Trabalho julgou mais de 450 mil casos de assédio moral 

No Dia Nacional de Combate ao Assédio Moral no Trabalho (2/5)  saiba o que o Judiciário Trabalhista vem fazendo para combater a prática2/5/2025 - Cobranças excessivas, comentários constrangedores, tratamento agressivo, ameaças de punição caso não se cumpra determinada tarefa ou negativa de oportunidades de trabalho e promoção. Esses são alguns exemplos de condutas que podem ser classificadas como assédio moral.

Entre 2020 e 2024, a Justiça do Trabalho, em todas as suas instâncias, recebeu 458.164 novas ações envolvendo pedidos de indenização por dano moral decorrente de assédio moral no trabalho. Entre 2023 e 2024, esse número cresceu 28%, passando de 91.049 para 116.739 processos. No âmbito do 1º e do 2º graus, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) concentrou a maior demanda, com 130.448 ações trabalhistas.

Conscientização

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro Aloysio Corrêa da Veiga, atribui o aumento das ações por assédio moral nos últimos anos à maior conscientização de trabalhadoras e trabalhadores sobre seus direitos. “Assédio moral não tem espaço nas relações de trabalho”, afirma. “É uma conduta que deve ser combatida com firmeza, sempre dentro dos limites da legalidade.”

Segundo o ministro, a Justiça do Trabalho tem papel central nesse processo. “Nosso compromisso é com a consolidação de ambientes pautados pelo respeito, a fim de assegurar a dignidade de todos os que integram o mundo do trabalho.”

Cartilha 

Com o objetivo de fortalecer o combate às práticas de assédio por meio da conscientização, em 2024, o TST e o CSJT lançaram duas cartilhas para que trabalhadores, gestores e organizações saibam como enfrentar o assédio, a discriminação e a violência nos ambientes de trabalho. 

O “Guia Prático para Um Ambiente de Trabalho + Positivo” exemplifica as condutas abusivas, seus potenciais prejuízos para as vítimas e orienta como proceder se você for vítima ou testemunha de um caso.

A cartilha “Liderança Responsável: Guia para Prevenir e Enfrentar o Assédio, a Violência e a Discriminação” orienta pessoas que ocupam cargos de liderança sobre medidas que contribuem para ambientes de trabalho seguros, inclusivos e respeitosos. O material explora comportamentos e condutas que afetam os indivíduos e comprometem a cultura e o desempenho organizacional, mas também mostra como identificar, prevenir e enfrentar esses desafios e promover a segurança emocional da equipe.

Política da Justiça do Trabalho para enfrentar a violência, o assédio e a discriminação

As cartilhas estão vinculadas à Política de Prevenção e Enfrentamento da Violência, Assédio e Discriminação da Justiça do Trabalho, estabelecida no Ato Conjunto 52/TST.CSJT.GP e na Resolução 360 do CSJT, que refletem o engajamento nas diretrizes de valorização humana, competência de discriminação e promoção da saúde no trabalho.

Segurança psicológica 

Combater todas as formas de assédio no ambiente de trabalho é uma responsabilidade essencial das instituições, públicas ou privadas, comprometidas com o bem-estar de seus colaboradores e com a construção de uma cultura organizacional ética e respeitosa.

Fabíola Izaias, psicóloga do TST, ressalta que a segurança psicológica está vinculada, diretamente, ao fato de as pessoas poderem expressar o que sentem dentro do ambiente institucional. Segundo ela, essa expressão de opiniões só pode ser garantida em um ambiente isento de assédio.

“Esse ambiente sadio é um propulsor da saúde mental e um dos fatores que diminui consideravelmente os riscos psicossociais do trabalho”, explica. “Eliminar comportamentos assediadores é fundamental para garantir a segurança psicológica e consolidar uma imagem institucional de respeito e valorização do ser humano.”

O que é o assédio 

No mundo do trabalho, o termo “assédio” refere-se a comportamentos e práticas inaceitáveis que podem causar dano físico, psicológico, sexual ou financeiro a alguém. Essas condutas, além de criarem um ambiente hostil, podem levar ao adoecimento mental dos colaboradores, com o desenvolvimento de  quadros de ansiedade, depressão e estresse.

O assédio moral é um processo contínuo e reiterado de práticas abusivas que, independentemente da intenção, atentam contra a integridade, a identidade e a dignidade humana. Ele se caracteriza por condutas como exigir o cumprimento de tarefas desnecessárias ou excessivas, discriminar, humilhar, constranger, isolar ou difamar a pessoa, desestabilizando-a emocional ou profissionalmente.

Já o assédio moral organizacional acontece quando a instituição, pública ou privada, é conivente com condutas abusivas reiteradas, amparadas por estratégias organizacionais ou métodos gerenciais desumanos, com o objetivo de obter engajamento intensivo dos colaboradores.

Recorde 

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Previdência Social, em 2014, quase 203 mil pessoas foram afastadas do trabalho no Brasil em razão de quadros depressivos, transtornos de ansiedade, reações a estresse grave e outras questões relacionadas à saúde mental.

Dez anos depois, os afastamentos em razão de transtornos mentais e comportamentais mais que duplicaram, passando para mais de 440 mil, um recorde da série histórica. Ainda em 2024, os auxílios-doença concedidos por transtornos de ansiedade atingiram o maior número em dez anos, com um aumento de 76%, consolidando-se, pelo quarto ano consecutivo, como a principal causa de afastamentos no Brasil.

Riscos psicossociais

A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) passou por uma recente atualização. Um dos avanços mais significativos na nova redação é a inclusão explícita dos riscos psicossociais dentro do gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO). 

Essa mudança reconhece o impacto significativo das condições de trabalho na saúde mental dos empregados. Fatores como estresse, assédio e sobrecarga podem levar a quadros de ansiedade, depressão e síndrome de burnout, entre outras  doenças.

Fique atento

Saber como se configura o assédio moral pode ser uma forma de combater essa prática. Veja alguns exemplos: 

  • Sobrecarregar o profissional com novas tarefas ou excluí-lo das demandas que habitualmente executava, provocando a sensação de inutilidade e de incompetência;
  • Impor punições vexatórias, como danças ou pagamento de prendas;
  • Não levar em conta seus problemas de saúde;
  • Ignorar a presença da pessoa assediada, dirigindo-se apenas aos demais colaboradores;
  • Limitar o número de idas ao banheiro e monitorar o tempo de permanência;
  • Impor condições e regras de trabalho personalizadas, diferentes das que são cobradas de outros profissionais.

Por outro lado, não se configura assédio moral, exigir que o trabalho seja realizado com eficiência e estimular o cumprimento de metas. No dia a dia, é natural que existam cobranças, críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional.

Como denunciar

Ser vítima de condutas de assédio é uma situação insustentável. Muitas vezes, as pessoas não sabem como agir por medo do que possa acontecer, mas é importante denunciar a situação.

A vítima pode comunicar o fato ao setor responsável (como ouvidoria ou área de compliance da organização), ao superior hierárquico do assediador ou ao departamento de recursos humanos.

Caso não tenha sucesso na denúncia, outra opção é recorrer ao sindicato profissional, à associação ou ao órgão representativo de classe.

Além disso, a vítima tem a possibilidade de ingressar com ação judicial de reparação de danos morais. Lembre-se de reunir provas e testemunhas.

(Andrea Magalhães/CF)


www.falasegura.com.br


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